25 de novembro de 2009

Trabalho, precisa-se!


Viva! Chamo-me Shirley Meira, sou formada em Comunicação e Relações Públicas e procuro uma oportunidade no mercado de trabalho.

Estou disponível para enviar o meu currículo o qual descreve as competências que tive oportunidade de desenvolver durante o meu tenro mas entusiasmante percurso, assim como a minha formação, que poderá ir ao encontro dos requisitos pretendidos.

Manifesto toda e total disponibilidade para um posterior contacto onde esclarecerei todas as questões que considerarem relevantes.


Com os melhores cumprimentos,
Shirley Vanessa Teixeira Meira

23 de outubro de 2009

A felicidade é apenas um caminho


Há momentos na nossa vida, na vida de toda a gente, que sentimos-nos miseravelmente infelizes...porque estamos habituados a nossa "zona de conforto"! É então que uma ideia uma pessoa, nos faz ver..acreditar em nos...e arriscar!
Na maior parte das vezes, estamos tão habituados ao nosso quotidiano, que nos esquecemos de lutar e ai....bem só nos basta lamentar.... a felicidade é uma predisposição de espírito, muitas vezes, estamos tão bem, que temos necessidade de nos sentir mal, sentir o sabor da conquista, da luta que estamos a travar...
Se olharmos a nossa volta, quem diz ter tudo, não é propriamente feliz, apenas se diz feliz, há sempre aquele vazio....
Podemos ter o amor da nossa vida ao nosso lado, mas se profissionalmente não nos sentirmos bem de que vale? tudo!
porque em vez de lutarmos sozinhos, temos alguém que nos apoia quando desistimos! Quando não temos o amor do outro, ou a quem dar o nosso próprio amor....tornamos-nos demasiado "selfish".
A felicidade é arriscar pelo que queremos, é orgulharmos-nos daquilo que conquistamos...muitas vezes não da melhor maneira (se agora se analisar friamente), mas que, para se esta neste patamar,foi essa maneira errante, que nos fez crescer,. Que despoletou a nova conquista, a conquista do nosso "eu". Há que abrir Horizontes, dar uma pausa em nós mesmos e reflectir!
Podemos aprender com os mais novos, com a sua inocência e ânsia de viver, onde então aprendemos com o mais velhos, a ter paciência e a lutar dignamente pelo que acreditamos!
Porque se estamos felizes, tudo corre bem...
Se estamos infelizes, o dia só tende a piorar...

Por isso acreditem, que a felicidade é apenas um caminho.

4 de junho de 2009

Happily Ever After? E daí...

Apesar de não existir propriamente uma receita, a verdade é que existem alguns pilares que são comuns à generalidade dos casais que estão juntos há muito tempo e que se sentem felizes com a sua relação conjugal. Estas pessoas não têm mais qualidades nem menos defeitos do que as outras. Aquilo que diferencia as suas relações tem um nome pouco romântico: amizade. É verdade! Os casais felizes e satisfeitos investem activa e sistematicamente na consolidação da sua amizade. Como? Investindo no conhecimento mútuo, por exemplo. Conhecer, compreender e aceitar o nosso cônjuge é um desafio para a vida toda, que implica olhar para o passado, identificar vulnerabilidades e geri-las com inteligência emocional, mas também implica estar atento ao presente através de actualizações sistemáticas. Não basta conhecer o percurso do cônjuge, é preciso saber aquilo de que ele(a) gosta hoje, conhecer as suas preocupações, os seus sonhos. Ora, esse conhecimento depende do diálogo franco, aberto e regular. Os casais mais felizes conversam todos os dias sobre o “mundo” de cada um. Isso não significa que se massacrem diariamente ou que façam um do outro o respectivo “saco de pancada”. Significa, isso sim, que têm a paciência para se ouvirem mutuamente e que se esforçam para funcionar como uma verdadeira união.Por outro lado, estes casais admiram-se mutuamente e expressam de forma clara essa admiração. Em vez de se deixarem contagiar pelos pensamentos mais negativos do cônjuge, fazem questão de salientar aquilo que cada um tem de melhor. Isso implica estar presente nos piores momentos, dar apoio emocional antes de criticar, funcionar como uma equipa, elogiar de forma sincera e regular.Ceder é, para estes casais, a palavra de ordem. Sejamos francos: nem todas as pessoas “foram feitas” para estar casadas. Nem todas as pessoas têm estofo ou paciência para se deixarem influenciar pelo seu cônjuge. Ora, esta é uma competência fundamental para quem queira estar casado. E os casais mais antigos sabem-no bem. Abdicam muitas vezes daquilo em que acreditam em nome de um bem comum. O braço-de-ferro dá lugar à negociação e à noção de que, para que o casamento seja bem-sucedido não se pode “ganhar” sempre. Isso implica que haja um projecto comum. A relação não anda à deriva, nem os membros do casal procuram viver um dia de cada vez. Existem sonhos que são partilhados e alimentados. Existe a perspectiva de futuro, daquilo que se quer construir.

O Fim do (nosso) Mundo



Por mais que você ache que ele seja o rei da sua vida, por mais que você não veja os defeitos dele de tanto amor que você tem por ele guardado, é necessário que você se tome algumas atitudes que evitem as brigas ou similares, como o quotidiano, para evitar o fim da relação, afinal se ela é perfeita, não vai querer que termine não é mesmo?
Então, pensando em seu bem estar, elaboramos uma lista de coisas que você pode evitar para não ocasionar o fim dos relacionamentos, veja:
Falta de comunicação: vocês devem sim conversar sobre coisas que aconteceram sobre o dia a dia um do outro, dar um ombro amigo, e quando perceberam que não está rolando aquilo que era o começo, sentar e decidir o que pode ser feito para mudar aquilo, e mais importante, junto.
Algum é egoísta: com jeito, conversar com seu parceiro para que ele deixe de ter essa mania é a melhor coisa que podemos fazer, quem é egoísta sabe disso e também deve estar disposto a mudar de comportamento.
Ciúmes: o dialogo pode resolver isso sem muitos problemas, isso porque é conversando que você passa a segurança que a outra pessoa necessita. As vezes o medo de ´perder é tanto que sufoca, o conselho é que você sabia se expressar e que o outro saiba ouvir também.
Traição: esse caso é pessoal, mas dados de pesquisas comprovam que quando ocorre a traição, se caso for perdoado, até há uma melhora no relacionamento. O que vale é que você e apenas você sabe o que é melhor para o seu relacionamento. Mas isso vem a base de muita conversa, muitas explicações, vocês devem achar as falhas, concerta-las para que não ocorra novamente.
Se fechar e não dividir problemas: isso não adianta, numa relação a dois é necessário que você converse com ele e que ele sempre tenha um parecer quanto a esse assunto, seja sobre vocês, sobre o ser emprego, ele deve ouvir você e sempre dar a opinião dele, e não fique brava se o que ele acha confronta o seu pensamento, é natural que vocês descordem e as vezes você está errada e ele por te amar, vai te falar o que você precisa ouvir.



5 de maio de 2009

Ainda há Principes Encantados

Se está à espera do Dia dos Namorados para arranjar um, não fique sentada. Faça como uma amiga minha que cada vez que sai do carro, vira o retrovisor para o lado do condutor, retoca o batom e diz com uma convicção demolidora o Príncipe pode estar em qualquer lado. E pode mesmo. É uma questão de fé, totalmente arbitrária e alietória, mas pode acontecer. Até porque nós, os extraordinários, somos poucos, mas andamos por aí. Isto é o que diz outro amigo meu que por acaso é mesmo extraordinário e já encontrou a pessoa certa, pelo menos por enquanto. Foi ele que um dia me explicou o que era esse maravilhoso conceito da pessoa certa. A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos escreve as mais belas cartas de amor, a que nos jura a paixão maior ou nos diz que nunca se sentiu assim. Nem a que se muda para nossa casa ao fim de três semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo. A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar connosco. Tão simples quanto isto. Às vezes demasiado simples para as pessoas perceberem. O que transforma um homem vulgar no nosso príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem. Os verdadeiros Príncipes Encantados não têm pressa na conquista porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo; levam-nos a comer um prego no prato porque sabem que no futuro nos vão levar à Tour d'Argent; ouvem-nos com atenção e carinho porque se querem habituar à música da nossa voz e entram-nos no coração bem devagar, respeitando o silêncio das cicatrizes que só o tempo pode apagar. Podem parecer menos empenhados ou sinceros do que os antecessores, mas aquilo a que chamamos hesitação ou timidez talvez seja apenas uma forma de precaução para terem a certeza que não se vão enganar. O Príncipe Encantado não é o namorado mais romântico do mundo que nos cobre de beijos; é o homem que nos puxa o lençol para os ombros a meio da noite para não nos constiparmos ou se levanta às três da manhã para nos fazer um chá de limão quando estamos com dores de garganta. Não é o que nos compra discos românticos e nos trauteia canções de amor no voice mail, é o que nos ouve falar de tudo, mesmo das coisas menos agradáveis. Não é o que diz Amo-te, mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre. Não é o que passa metade das férias connosco e a outra metade com os amigos; é que passa de vez em quando férias com os amigos. O Príncipe que sabe o que quer, não é o melhor namorado do mundo; é o marido mais porreiro do mundo, porque não é o que olha todos os dias para nós, mas o que olha por nós todos os dias. Que tem paciência para os meus, os teus, os nossos filhos e que ainda arranja um lugar na mesa para os filhos dos outros. Que partilha a vida e vê em cada dia uma forma de se dar aos que lhe são próximos. Que ajuda os mais velhos a fazer os trabalhos de casa e põe os mais novos a dormir com uma história de encantar. Que quando está cansado fica em silêncio, mas nunca deixa de nos envolver com um sorriso. Não precisa de um carro bestial, basta-lhe uma música bestial para ouvir no carro. Pode ou não ter moto, mas tem quase sempre um cão. Gosta de ler e sai pouco à noite porque prefere ficar em casa a namorar e a ver o Zapping. Cozinha o básico, mas faz os melhores ovos mexidos do mundo e vai à padaria num feriado. O Príncipe é um Príncipe porque governa um reino, porque sabe dar e partilhar, porque ajuda, apoia e nos faz sentir que somos mesmo muito importantes. Claro que com tantos sapos no mercado, bem vestidos, cheios de conversa e tiradas poéticas, como é que não nos enganamos? É fácil. Primeiro, é preciso aceitar que às vezes nos enganamos mesmo. E depois, é preciso acreditar que um dia podemos ter sorte. E como o melhor de estar vivo é saber que tudo muda, um dia muda tudo e ele aparece. Depois, é só deixa-lo ficar um dia atrás do outro... e se for mesmo ele, fica."

A Amizade
















Um filho pergunta à mãe: - Mãe, posso ir ao hospital ver meu melhor amigo? - Ele está doente! - Claro, mas o que ele tem?? O filho, com a cabeça baixa, diz: -Tumor no cérebro. A mãe, furiosa, diz: - E tu queres ir lá para quê? Vê-lo morrer? O filho dá-lhe as costas e vai Horas depois ele volta Vermelho de tanto chorar, dizendo: - Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente! A mãe, com raiva: - E agora?! Tás feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?! Uma última lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso, ele diz: - Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer: - EU TINHA CERTEZA QUE TU VINHAS! Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas, alegria e festa. Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou alegres.

4 de maio de 2009

A Mente


A mente é algo incrível. Aprender a educá-la, um desafio...
Aconselho a lerem o livro "O Segredo" - muitas vezes para chegarmos a algum lado, temos de fazer um esforço pessoal demasiado grande - precisamos ao mesmo tempo de nos auto-motivarmos. E por mais dura e difícil que a vida seja, por mais complicado que seja o trabalho ou as relações, o importante é mantermos a frieza...e saber educar a mente.